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Terça-feira, Dezembro 23, 2008

Feliz Natal para todos!



Terça-feira, Setembro 02, 2008

Pelo tempo decorrido desde meu último post, eu deveria ter aceitado a proposta do "meu sobrinho"...



Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008

Oi tio! Posso tomar conta do seu blog?



Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

Que Deus nos abençoe em 2008!



Segunda-feira, Outubro 01, 2007

ppmd



Sexta-feira, Maio 18, 2007

ppmd



Segunda-feira, Abril 16, 2007

ppmd



Sábado, Abril 07, 2007

O tamanho dos problemas
Para bem avaliar um problema é preciso vestir a pele do lobo. Ou só sabe de ser lobo o próprio lobo que vive como tal. Fica fácil opinar sobre modos e comportamentos quando se está olhando de fora do problema, quando não se vive o problema. A guerra do Iraque é um problema, ninguém nega, mas para os iraquianos é mais do que isso, é uma tragédia.



Terça-feira, Março 20, 2007

Esse Olhar
O olhar desse blog, melhor dizendo, o olhar do banner que encima a página desse blog, lembra-me de outro olhar. Esse outro olhar, que sempre me vêm à mente, são os olhos verdes da menina, da refugiada afegã fotografada pela National Geografic. Seu olhar não diz da dor, nem diz de todos os sofrimentos e privações que, com certeza, deve ter passado em seus poucos anos de vida. Seu olhar de criança curiosa supera tudo, e mostra todo o seu espanto pela novidade, da camera, do fotográfo, de ser fotografada.

Há algum tempo vi uma reportagem na própria Nacional Geographic, com a mesma menina, hoje uma mulher de 30 anos. O fotográfo tentou repetir a cena, a mesma pose. As poses são semelhantes, o rosto ainda guarda as mesmas feições de menina, mas o olhar já não é mais aquele de vinte anos, mudou, o tempo encarregou-se de retirar a curiosidade, o olhar não tem mais a mesma inocência. Assim o tempo faz conosco, modifica-nos, crescemos e, dentro de nós, algo morre, algo nasce. Se somos melhores ou piores? Somos os mesmos, mas modificados.



Domingo, Março 18, 2007

Desavenças
O mundo continua com seu ritmo de sempre, muitas brigas, muito egoísmo, pouco entendimento. Num lugar em que se briga por motivação religiosa, o que se pode esperar? Se a própria base ética e moral, que se encontra na religião, estimula os conflitos, as bombas e as mortes, a causa é perdida. Não vamos chegar a lugar nenhuma como um todo, como humanidade. Sempre se verá o que tem ocorrido na história desde que o mundo é mundo, algumas ilhas de excelência cercadas por um mar de desavenças e de guerras.



Domingo, Fevereiro 18, 2007

Esperançoso
Estava sem tempo (ou sem inspiração?) para postar e deixei esta data de fevereiro reservada para incluir um post a posterior (rsrs). No meu posteriori apareceu uma "obrinha" aqui em casa, uma pequena reforma, que incluiu o meu escritório, onde costumo acessar a internete e escrever meus blogs. Resultado: entre madeiras, poeiras, argamassas e afins, fiquei sem ambiente para escrever. Meu post acabou não saindo. Ou sai agora, com muito atraso, depois das obras...



Sábado, Janeiro 27, 2007

Feliz Ano... Velho!
No último post eu falava sobre a efemeridade, hoje temos um exemplo dela, do que é feito o nosso Ano Novo, de 2007? Nada é mais efêmero do que um ano novo, feito para durar as 24 horas do seu dia primeiro. Hoje é dia 27 de janeiro, se passaram muitos dias dentro do que seria o ano novo, fazendo dele mais um ano velho. Resta na lembrança (resta?) uma festa, foguetórios, promessas (lembra?), beijos e abraços e... estamos em pleno decorrer de um ano já velho.

Novo agora é 2008! Quando se repetirá toda essa sucessão de eventos que marca a passagem do ano. O importante agora é não deixar esse ano escoar, vazar, passar por entre os dedos das mãos. Carpem Die!



Domingo, Dezembro 24, 2006

Efemeridade
O que era agora há pouco, agora já não é mais. Quem estava ao alcance de um braço, já não pode ser tocado mais. A vida é assim, efêmera, numa dimensão de tempo em que relativizamos o pouco ou o muito em função de anos vividos. Medimos a vida em quantidade, valorizando pouco, o que muito importa: a qualidade do nosso viver.

Passam horas, dias e anos, que vamos acumulando em nossas vidas como poeira que se assenta sobre o chão. Olhamos para os velhos com estranheza, querendo e não querendo ser um deles. Questão de viver muito ou viver pouco, quando importa viver bem. Vida não se mede em anos, e pode ser condensada em pequenos espaços de tempo.

Quantas vezes olhamos com espanto a biografia de alguém famoso, ao descobrir que faleceu muito jovem. E pensamos o notável de tanto atos, tantas realizações em tão poucos anos! Isso ocorre pelo nosso engano no uso da unidade de medida. Determinamos as vidas em anos, quando as vidas são medidas em realizações.

Não vamos julgar ninguém, mas há vidas que cabem em poucos dias, biografias que não preenchem duas páginas. É preciso ter histórias pra contar, e só as tem que vive com intensidade cada momento de sua vida. Por isso não adie o abraço, o beijo, a declaração de amor; não adie aquele passeio sonhado, a viagem, o reencontro. Não fique buscando motivos para um não.

Seja sempre, seja, sempre seja um sim, mais do que tudo seja hoje e seja agora em todas as suas horas.



Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

Feliz aniversário, meu filho
Antes de tudo aceita o meu pedido de desculpas, sei que o maior presente que eu poderia te dar nessa data, seria um belo presente e um maravilhoso futuro. Infelizmente, eu, a nossa geração, não soubemos construir esse presente. Continuamos, assim como era na época em que eu completei os meus 24 anos, o que hoje ainda somos: um sonho, um projeto, tudo, menos uma realidade de uma nação próspera.

Nos acostumamos e continuamos acreditando que uma nação é um fenômeno que acontece quando aparece um salvador da pátria no cenário. Já apareceram tantos, anunciados ou auto-anunciados, nenhum deles salvou a pátria porque não é possível salvar uma pátria. Uma pátria é o resultado obtido com a soma dos esforços de todos que vivem sob um mesmo chão. E isso só ocorre quando todos, com um só pensamento, resolvem que é chegada a hora de parar de ser um ajuntamento de gente e decidem construir uma Nação. Nosso momento ainda não chegou. Quando dizem que este é um país do futuro, deve ser a isso que querem se referir, que ainda vai raiar o dia em que as gentes irão se transformar em cidadãos.

Sei, contudo, que transferi para você o patrimônio maior que eu tinha, o patrimônio moral. Não pude te deixar posses, propriedades, tu bem sabes, eu nunca fui muito sábio nessa arte de acumular riquezas materiais. Mas transferi aquilo que de mais precioso eu julgava que tinha: uma formação voltada para o bem. Hoje sou e estou feliz, realizado: tu és realmente um homem de bem! Que Deus te abençoe e te proteja, para que tenhas uma vida feliz, tão feliz como me sinto agora, pelo filho que tu sempre foste, pelo filho que tu és. Eu te amo.



Quinta-feira, Novembro 23, 2006

Olá, meu amigo blog!
Há quanto tempo, né? Saudades de você, desse seu saudável amarelão, dessa sua imagem de abertura com lindos olhos a flertar comigo. Muito tempo, verdade, triste, muito triste essa separação de quem se diz amigo inseparável, passa o tempo e o tempo passado é irrecuperável. Não, não te engano! Não chorei de saudade, não verti lágrimas por ti, meu blog, confesso, até, que pouco passastes pela minha memória nessa vida que é páreo de cancha-reta, um atropelo e logo vem o fim!

Tampouco vou te enganar, inventando mil desculpas, tu que me sabes tão bem, um desocupado, com tempo para ti e outras tarefas. Perdão, não quis te comparar aos meus afazeres corriqueiros, tu sabes que a ti dedico atenção, mais do que atenção, criatividade. Contudo, não farei promessas, tentarei com a melhor das intenções estar mais disponível para ti. Até a próxima!




Nasci em Porto Alegre em 19 de maio, um gaúcho e taurino, brasileiro orgulhoso e um descrente nos signos. O ano, 1953, revela um homem maduro na idade e, ao contrário de toda a lógica, menos maduro no espírito, tenho um "laissez faire" que me agrada. Trabalhei como policial federal e concluí o curso de engenharia mecânica. Em 14 de julho de 1978 uma pessoa acabou com meus dias de solteiro, capitulei por uma Rosa, na aparência e no nome. Transmiti o legado dos Souza para dois filhos, um casal, para manter a igualdade entre homens e mulheres neste mundo, Aline e Lucas. Em poucas palavras é isso. Do lado paterno herdei a origem portuguesa e o gosto pelas letras, do lado materno a origem italiana e o gosto pelas artes. Ao final posso dizer que não sou bom nem mau, nem melhor ou pior, sou o que sou, e este ser que eu sou me basta para ser feliz no universo.



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